Redescobrindo a fluidez hendecassilábica que gosto tanto... hehehe Um poemia simples, mesmo que eloqüente pra quem entender o contexto. Gostei, posto-o aqui. ;) Beijos
Em quase distâncias, com quase suspiros
num quase sagrado, num quase sombrio
na casa de Aquarius sagrando Saturno
no quase celeste, no quase sutil
Com meias palavras, em cantos herméticos
Com métrica vaga em efêmera voz
Com quase maneiras e quase potências
em mil saliências do todo, de nós
Com quase saudades dos sinos das torres
e quase certezas das luzes do breu
Em quase escolhas de luas, lençóis
na quase vontade, nem louca, nem sã
E então de maneiras, nos tão quase uivos
Recôndito lacre, refazem-se os nós
Vazio ou completo, completa-se a água
no vácuo-potência, na fome, na cor.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
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3 comentários:
Bee,
toma vergonha na cara e publica logo o livro!!
Hahahahahah!!
Ótimoooo!!
Adorei mais uma vez!!
olá Vitor!
Li algumas postagens suas e gostei muito.
Muito bom mesmo!
Parabéns!
até mais..
Meu poetinha (como diriam de Vinicius), bom ver q estas produzindo.
Um quase poema ou um poema do quase?
Gosto muito do q escreves,tua linguagem nao eh tao direta ,mas muito particular. Gosto bastante.
Bjs
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