terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Página Avulsa - pg. 3

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"E então, seguida outra queda, o viajante olha para o céu com olhos confusos, e os deuses intempestos assim falam ao filho errante:
-Por que ainda tentas?
-Porque busco meu destino!
-Pois acalma-te... Traz as oferendas, nos tem em suas graças e segue nosso credo, que de teu destino cuidaremos nós.
E o viajante, resignado, reergue-se, limpa com os braços a poeira, apanha seus pertences e volta o cajado ao chão:
-Levo-lhes as oferendas, os tenho em minhas graças e sigo o vosso credo, mas meu destino... Meu destino é meu!"
[...]

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